quarta-feira, outubro 26, 2005

O romance do punhal com a garganta

...enquanto eu, apático, sinto o frio gume do punhal lamber-me a jugular, olho pelo espelho e admiro-te.
Os olhos raiados de ódio, os seios apertados contra as minhas costas e esse sorriso de satisfação que nunca, em ti, vi um parecido... amo-te.

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